“Deus é infinito nas Suas perfeições, nas qualidades inerentes

à Sua personalidade que se irradia em todas as direções,

que sustenta e dá existência a todas as dimensões do existir  (Miramez)

 

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DEUS

 

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QUE É DEUS?

 

Na codificação da doutrina espírita, Allan Kardec perguntou aos espíritos superiores que lhe respondiam as indagações:

“Que é Deus?”

A resposta foi: “Deus é a Inteligência Suprema, Causa Primária de Todas as Coisas”.

 

Não se justifica que hoje, com todo o conhecimento que a humanidade possui, ainda se possa entender Deus na forma como vem sendo apresentado desde Moisés.

Quem lê o Antigo Testamento, sem preconceitos, percebe como em inúmeros momentos ele vibra com a força do açoite, da espada e da vingança, mostrando um Deus parcial, contraditório, quase sempre irado, às vezes furioso, injusto, rancoroso e cruel. Também se apresenta em diversas ocasiões à semelhança de um aprendiz de Criador, fazendo experiências, sem saber exatamente o que delas surgirá.

Logo no primeiro capítulo da Bíblia, em Gênesis, versículos três e quatro, se diz o seguinte: “Disse Deus: haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa.”

Ora, será que Deus não sabia que a luz é algo bom? Viveria Ele nas trevas?

Da mesma forma, após cada ato da criação, conforme a Bíblia, Deus teria observado que aquela ação resultara em algo bom e ao final, depois de tudo pronto, Ele foi examinar para ver se tudo que havia criado estava perfeito.

 Reflitamos por instantes sobre a grandeza do universo, a infinidade de galáxias que se perdem na imensidão cósmica; sobre a estrutura do nosso planeta, a natureza, onde todos os elementos se conjugam com perfeição absoluta, para possibilitar a vida... Se pensarmos no ser humano, na perfeição da máquina que é o seu corpo, na fabulosa estrutura do seu cérebro, no insondável de sua mente, do seu psiquismo...

 

As idéias sobre Deus precisam ser

completamente reformuladas.

 

 

Se refletirmos sobre qualquer aspecto do universo e da vida e perguntarmos a nós mesmos: quem fez tudo isto?...

 É possível acreditar que o Criador de tudo, da imensidão cósmica e da vida, inteligência suprema, soberano poder, poderia estar fazendo experiências com a criação, para ver no que daria, assim como se diz na Bíblia?

E poderia Ele fazer algo imperfeito, para depois ir averiguar se houve erros na sua criação?

Será que Deus, a absoluta perfeição, poderia arrepender-se de ter feito algo, como se não soubesse bem o que fazer e acabasse errando em seus atos? 

Em Gen. 6:6 e 7 se diz: “... então se arrependeu o SENHOR  de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração.

Disse o SENHOR: “Farei desaparecer da face da terra o homem que criei, o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus; porque me arrependo de os haver feito”. 

Os arrependimentos de Jeová estão ao longo da história bíblica, como, por exemplo, em Ex. 32:14, por haver ameaçado o povo de Israel; em 1o Sam. 15:11 e 35, por haver feito rei a Saul; em 2o Sam., por ter dizimado 70 mil pessoas do seu povo; em Jonas 3:10, arrependeu-se do mal que prometera fazer a Nínive, etc.

Entretanto, em 1o Samuel 15:29, este diz, referindo-se a Deus: “Também a Glória de Israel não mente nem se arrepende; porquanto não é homem para que se arrependa”. 

Se tais feitos e tal mentalidade, conforme o que foi mostrado até aqui, são até compreensíveis e compatíveis com uma época como aquela, em que a barbárie predominava, acredita que poderiam originar-se diretamente de Deus, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, perfeito em todos os seus atributos?

Com relação a essa perfeição, se refletirmos, perceberemos que o Criador de tudo tem de ser absolutamente perfeito, senão, tudo seria o cáos.

 Em Deut. 10:18 se diz que Deus “faz justiça ao órfão e à viúva, e ama o estrangeiro, dando-lhe pão e vestes”, concluindo: “Amai pois o estrangeiro, porque fostes estrangeiro na terra do Egito”. Entretanto, ainda em Deut. 20:16, orientando a forma como seu povo deveria invadir e exterminar seis nações para apossar-se de suas terras, Jeová manda matar tudo que tenha fôlego.

Em 1o Samuel 28:17/19, referindo-se à guerra de Israel contra Amaleque, num momento de furor Jeová mandou matar tudo que tivesse fôlego, inclusive as crianças e até mesmo os animais, e porque Saul deixara com vida alguns animais para oferecer-lhe como holocausto, castigou-o com a morte, e não só a ele, mas a toda a sua família, entregando ainda o povo de Israel nas mãos dos seus inimigos.

O escritor e estudioso da Bíblia, Jaime Andrade, no livro O Espiritismo e as Igrejas Reformadas, conta mais de 60 acessos de cólera atribuídos a Jeová, entre os livros Êxodo e 2o Reis.

 

ALGUNS QUESTIONAMENTOS

a) Na sua concepção sobre Deus, acha que Ele poderia agir assim, de forma tão cruel, tão perversa, mandando matar tudo, até as crianças, e depois castigar com a morte Saul e toda a sua família e ainda o próprio povo de Israel pelo fato dele ter deixado vivos alguns animais?

b) Acha que Deus, a perfeita justiça e fonte do amor universal, poderia ter rompantes de ira ou furor?

 d) Acredita que o Criador poderia ser tão perverso e sanguinário como é mostrado no Antigo Testamento, não só nessa, como também em centenas de outras passagens?

 Pelas citações feitas até agora, que representam uma mínima parcela das incongruências e absurdos encontrados no Antigo Testamento, com relação a Deus, ou Jeová, podemos levantar algumas hipóteses:

a) Certamente Moisés, visando infundir respeito naquele povo rude e orgulhoso, atribuía à divindade todos aqueles rompantes de ira, ameaças e ordens cruéis de que o Antigo Testamento está repleto, assim como, também, de tantas outras leis e orientações, como as dos holocaustos, oferendas etc.;

b) Conforme Jayme Andrade, é bem provável que os seres espirituais responsáveis pela evolução do povo israelita se fizessem representar por Jeová, que não seria Deus, mas sim, uma entidade mais ou menos identificada com a índole guerreira da raça, porque é de se supor que cada homem e cada povo tenha um Guia espiritual compatível com seu próprio grau evolutivo. Talvez fosse algum dos seus antepassados, dotado da autoridade necessária para impor-se e dominar.

 O escritor Aureliano Alves Neto, no prefácio do livro O Espiritismo e as Igrejas Reformadas transcreve palavras do Reverendo Maurice Elliot, do livro Erros Palpáveis da Bíblia, que diz: “A Bíblia erroneamente compreendida é o pior inimigo da humanidade (...) Nenhum livro é infalível. Nenhuma Igreja é infalível. Nós temos sido erroneamente ensinados. Deus é Verdade. Amar Deus é amar a verdade, amar a busca da Verdade, amar a luta pela Verdade. Não há outro meio.”

Observe-se que essas palavras foram ditas por um reverendo.

 É fácil concluir, então, que a imagem que as religiões fazem sobre Deus é absolutamente incompatível com a inimaginável grandeza do Soberano Senhor, Criador e mantenedor do universo, da vida e das leis que tudo regem. Se não somos sequer capazes de entender o infinito, nas dimensões do tempo e do espaço, não devemos ter a pretensão de querer definir Deus.

Na codificação da doutrina espírita, Allan Kardec perguntou aos espíritos superiores que lhe respondiam as indagações: “Que é Deus?” A resposta foi:

“Deus é a Inteligência Suprema, Causa Primária de Todas as Coisas”.

E continuaram os espíritos a explicar, dizendo que Ele é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente e soberanamente justo e bom.

Outras explicações sobre Deus estão muito bem definidas e detalhadas no primeiro capítulo de O Livro dos Espíritos, obra basilar da codificação da Doutrina Espírita.

 O espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita, vol.1, psicografado por João Nunes Maia, falando sobre Deus, assim se expressa:

“A Suprema Majestade do Universo é, por dignidade própria, o Inconcebível e o Incomparável. Nada se pode comparar ao Arquiteto Universal; da Sua vida estuante e vigorosa saem vidas com a marca do Seu amor. Somos todos filhos do Amor.”

 “Deus é infinito nas Suas perfeições, nas qualidades inerentes à Sua personalidade que se irradia em todas as direções, que sustenta e dá existência a todas as dimensões do existir. Ele está presente nas claridades do máximo e na luz do mínimo; vibra nas formas das estrelas e canta nos movimentos dos átomos, faz mover todas as constelações e harmoniza todo o ninho cósmico”.

Essas afirmativas, que se casam perfeitamente com o bom senso, nos deixam mais leves, mais livres e de bem com a vida, porque começamos a entender que Deus não nos esmaga com seus rompantes, não nos rejeita em razão de predileções, não nos castiga por faltas inerentes à nossa imaturidade espiritual, mas nos conduz com justiça e amor no rumo da nossa evolução espiritual, dando-nos sempre novas e renovadas oportunidades de reajuste com suas leis.

 Podemos então entender que, para os judeus, o Antigo Testamento deve ser um livro sagrado, por conter toda a sua história e as bases de sua vida religiosa.

Mas para os demais, com outras bases culturais e, nesta época, guiar-se por ele, ao pé da letra, reflete estagnação evolutiva, e, conforme disse o Reverendo Maurice Elliot, “A Bíblia erroneamente compreendida é o pior inimigo da humanidade”.

 

PERGUNTA LÓGICA

Onde então está a verdade religiosa?

 A verdade plena, absoluta, está com Deus. As religiões possuem parcelas ou fatias dessa verdade; por isso, elas são diferentes umas das outras. É por isso que tantas pessoas se convertem a determinada religião, mas acabam passando para outra, até encontrar aquela que se ajuste melhor à sua própria faixa evolutiva, ao seu psiquismo.

Essa é a procura da verdade. O ser humano, nesse impulso interior da evolução, procura Deus. E, de acordo com a sua estrutura psíquica, ele a encontra na religião cujas idéias se casam com a sua própria natureza, com seu grau evolutivo, com a sua maneira de ver, pensar e sentir… ou então, com a sua preguiça evolutiva, seu comodismo, ou seus interesses.

Mas a verdadeira religião ainda vai existir na Terra, quando o ser humano passar a ocupar-se em desenvolver a fraternidade, os bons sentimentos, a conduta honesta e nobre, sem orgulho, sem vaidades, sem ganância e sem ódios. Será a religiosidade vibrando no íntimo do ser. Todas as outras são apenas formas ou fórmulas criadas para ajudar o ser humano a um dia chegar à verdadeira religião, aquela que Jesus apresentou quando disse: “ Ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”.

 

Mais detalhes no livrinho Temor a Deus?, de Saara Nousiainen.

Você pode "baixá-lo" na página download.

 

 

 

 

 

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