Tradução, Bernardo de
Andrade, Willian Murat.
Pe. Frank Pavone (*)
Aplausos do inferno
Tradução, Bernardo de
Andrade, Willian Murat. Pe. Frank Pavone (*) |
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Se pensamos no
inferno, imaginamos gritos vindos das chamas, ou a
risada sinistra do demônio. Mas o som que
recentemente de lá ouvi foi o som de aplausos.
O que eu escutei foi uma fita de áudio de um médico
-- Dr. Martin Haskell -- dando uma apresentação no
16o. Encontro Anual da Federação Nacional de Abortos
(National Abortion Federation), em 1992, na cidade
de San Diego. Foi uma reunião de abortistas --
homens e mulheres que tiram seu sustento da morte de
bebês. Haskell estava descrevendo para sua audiência
como fazer um aborto em uma gestação já avançada.
Eis as palavras do médico sobre o procedimento:
"O cirurgião então introduz o fórceps (...) através
dos canais vaginal e cervical (...) Ele então move a
ponta do instrumento cuidadosamente até uma das
extremidades inferiores do feto e puxa esta
extremidade até a vagina (...) O cirurgião então
utiliza seus dedos para puxar a outra extremidade, e
depois o torso, depois os ombros, e as extremidades
superiores. O crânio está fixado mais internamente.
O feto é posicionado (...) a coluna vertebral
mantida ereta (...) O cirurgião então pega com a mão
direita uma tesoura curva Metzenbaum de ponta
achatada (...) força a tesoura na base do crânio --
abre a tesoura para alargar a abertura. O cirurgião
introduz então um catéter de sucção neste buraco e
suga o conteúdo do crânio."
Haskell, tendo descrito estes detalhes brutais,
mostra à sua audiência um vídeo no qual ele mesmo
executa estes procedimentos. Ao final do vídeo, após
o som da máquina de sucção retirar o cérebro da
cabeça do bebê, a audiência aplaude.
Isto, meus amigos, é o aplauso do inferno.
Várias vezes falamos sobre "as chamas do inferno". É
também verdade, contudo, dizer que o inferno é muito
frio. É a ausência de toda consciência, de qualquer
piedade, de todo amor. Este tipo de inferno é
refletido neste mundo quando um grupo de seres
humanos pode se sentar em torno de um vídeo,
assistir alguém deliberadamente assassinar um bebê,
e então aplaudir. Este é o coração e a alma da
indústria do aborto. Este é o coração e a alma dos
"pró-escolha".
É exatamente a mesma fria atitude pela qual o Dr.
Bernard Nathanson (**) se arrependeu. Ele descreve
sobre como se sentiu após matar seu próprio filho em
um aborto. "Eu juro que não tive sentimento algum
fora a satisfação do sucesso, o orgulho do
conhecimento. Ao inspecionar o conteúdo resultante
do procedimento, senti apenas a satisfação de saber
que eu havia feito um trabalho meticuloso ("The Hand
of God", p. 60).
Estou convencido que a principal e mais eficiente
forma de lutar contra o aborto é expô-lo. As pessoas
precisam ouvir descrições do procedimento, ver como
é feito, e ter apenas uma idéia sobre a completa
corrupção da indústria do aborto. São Paulo assim
diz aos Efésios: "não tenhais cumplicidade nas obras
infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as
abertamente" (Ef. 5:11). Vamos colocar as palavras
de São Paulo em prática e espalhar a informação
deste artigo.
(*) (http://www.priestsforlife.org
(**) Médico americano que foi um dos principais
ativistas Pró-Aborto. Admitiu ser responsável por
75.000 abortos. Arrependido de seus atos,
converteu-se em militante da causa Pró-Vida e é um
dos principais responsáveis pela exposição dos
métodos obscuros do movimento favorável ao aborto.
"Assim que é concebido,
um homem é um homem" (Prof.
Jerôme Lejeune, Pai da
Genética Moderna).
"O aborto não é, como dizem,
simplesmente um assassinato.
É um roubo... Nem pode haver
roubo maior. Porque, ao
malogrado nascituro,
rouba-se-lhe este mundo, o
céu, as estrelas, o
universo, tudo. O aborto é o
roubo infinito". (Mário
Quintana)
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