O Espiritismo não foi criado por uma pessoa, nem

mesmo por algum espírito.

 

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OS FENÔMENOS DE HYDESVILLE

 

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Primeira página

Vida além da morte

Mundo espiritual

Reencarnação

A pesquisa científica

Comunicações  eletrônicas

Mediunidade

Obsessão

Os fenômenos de Hydesville

Allan Kardec

Ação e reação

Deus

Quem inventou a reencarnação?

Quem foi Jesus?

O Gólgota e o Tabor

Crescimento interior

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O Espiritismo não foi criado por uma pessoa,

nem mesmo por algum espírito.

Não resulta de algum livro antigo encontrado por acaso,

 mas de um gigantesco trabalho realizado por legiões

de espíritos que passaram a se manifestar à mesma

época, nas mais diversas partes da Terra, trazendo

 informações valiosas sobre esse universo invisível a nós. 

 

 

 

Tudo começou com uns ruídos que podem ser considerados como sendo os mais importantes da história do mundo cristão.

Quem narra esses fatos com todos os detalhes é Sir Arthur Conan Doyle, no livro História do Espiritismo.

Aquela estranha inteligência invisível disse então que era um espírito e que tinha sido assassinado naquela casa.

Indicou o nome do antigo inquilino que o matara, por questões de dinheiro, enterrando seu corpo numa adega, a grande profundidade.

Diz Doyle que os ruídos começaram a ocorrer num vilarejo chamado Hydesville, no Estado de Nova Iorque, na residência onde habitava parte de uma família de sobrenome Fox, composta pelo pai, a mãe e duas filhas, Margaret, de 14 anos, e Kate, de 11. A religião que professavam era a metodista.

Por vários dias se ouviram ruídos estranhos na casa dos Fox. Pareciam produzidos por arranhaduras. Às vezes eram simples batidas, outras vezes soavam como o arrastar de móveis. As meninas ficavam tão alarmadas que iam dormir no quarto dos pais.

Mas na noite do dia 31 de março de 1848, os sons tornaram-se mais fortes e vibrantes que nunca. A menina Kate, num impulso corajoso, desafiou aquela força invisível a repetir as batidas que ela dava com os dedos. Esse desafio foi imediatamente respondido, e cada pedido da menina era logo atendido com novo ruído.

Estabeleceu-se logo um código baseado no número de batidas; por exemplo, uma batida equivalia a SIM, duas a NÃO, e assim por diante...

A maior surpresa daquela noite teve a senhora Fox, quando aquela força invisível, respondendo a perguntas, disse que ela tivera sete filhos, enquanto ela protestava dizendo que só tivera seis, até recordar-se de que realmente tivera mais um filho, mas que morrera em tenra idade.

Que força era aquela? Uma força estranha e inteligente, que demonstrava conhecer melhor do que ela própria seus assuntos particulares?

Alguns vizinhos foram chamados para presenciar o estranho fenômeno; uns ficaram maravilhados, outros apavorados, ao obterem respostas acertadas sobre algumas questões íntimas.

Aquela estranha inteligência invisível disse então que era um espírito e que tinha sido assassinado naquela casa. Indicou o nome do antigo inquilino que o matara, por questões de dinheiro, enterrando seu corpo numa adega, a grande profundidade.

Um dos presentes sugeriu então o uso de letras do alfabeto para formação de palavras, convencionando determinado número de pancadas para cada letra. Essa telegrafia espiritual facilitou a comunicação e passou a ser utilizada com muito êxito.

Os fenômenos de Hydesville tiveram grande repercussão e a afluência de curiosos foi tamanha que a família Fox mudou-se para Nova Iorque, onde deu continuidade às sessões públicas.

Em pouco tempo, na Europa, os fenômenos espirituais passaram a fazer parte dos “jogos e folguedos de salão”, comuns numa época em que não havia entretenimentos como os de hoje. Nesses jogos as pessoas se divertiam fazendo perguntas aos espíritos e recebendo respostas através de códigos estabelecidos, baseados em pancadas que eram dadas por uma mesinha de três pés que se levantava e batia no chão com um dos seus pés.

Mas foi Allan Kardec quem resolveu pesquisar aquele fenômeno, visando desmascarar a fraude, pois achava que se tratava de burla.

(v. pagina sobre Kardec)

 

 

 

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